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Religiosos cobram melhorias nas políticas públicas

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TAMANHO DA LETRA



Religiosos cobram melhorias nas políticas públicas

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A Campanha da Fraternidade de 2018 quer promover a cultura da paz. Sob o tema “Fraternidade e Superação da Violência”, a ação é um convite à sociedade para a construção da reconciliação e da justiça. “É muito importante que as igrejas e a sociedade em geral abracem campanhas desse tipo”, diz o arcebispo dom João Costa. A ação visa coletar ofertas que serão revertidas em projetos regionais e nacionais para a sociedade. O arcebispo destaca a violência em nosso estado e nação. “A juventude negra hoje está sendo assassinada e isso tudo nos preocupa. [A campanha] é um apelo geral para todas as pessoas. A gente espera que a sociedade se sensibilize e a paz venha reinar”, ressalta. Para o padre Adriano Andrade, que atua no Jardim Piabeta, em Nossa Senhora do Socorro, a base de tudo é a família. “A casa precisa ser um lugar de paz, porque quando isso ocorre a família vira o espelho de uma sociedade de paz e reconciliação”, fala. Entretanto, ele também chama a atenção para as políticas públicas que precisam ser implementadas em periferias. “Quando direitos básicos são retirados, a desumanização é gerada. Sou pároco de uma comunidade que não tem nem escola de ensino médio. Quando você olha os dados, vê que os jovens mal têm o ensino fundamental menor e isso é reflexo de uma violência social”, reclama. Para o padre, a falta de assistência é um caminho para drogas e prostituição. “Precisamos denunciar toda e qualquer violência social”, pede. A Campanha da Fraternidade 2018 terá início no dia 14 de fevereiro e segue até o dia 25 de março. As ofertas das missas durante esse período serão revertidas para a ação. A Cúria metropolitana de Aracaju, localizada na praça Olímpio Campos, Centro, também estará recebendo doações para a campanha que segue durante todo o ano. por Jéssica França Fonte: Infonet



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