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TEMPO DE DISCÓRDIA

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA



Editorial: por Higor Trindade

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Almeida Lima sempre teve um perfil político de altivez, visto por muitos como galo cantador que fala, e nada faz. Almeida é conhecido desde os tempos que JB vendia caju na feira pública de Santa Rosa de Lima. Chegaram a quase dormir juntos de tanto amor, sendo primos carnais, almeida e JB nunca souberam o que era briga até o final da década de 90, quando os primos tiveram o maior apartheid que a política sergipana já presenciou. Era um falando mal do outro, o outro afirmando que o outro era isso e aquilo, tornando-se um balaio de mangas podres. Em 1991, eleito deputado estadual, Almeida com o apoio de JB, começava uma carreira política que imaginávamos que seria de sucesso e benefícios para o povo sergipano. Três anos depois seria vice da chapa encabeçada por Jackson, com o afastamento do mesmo, Almeida assume como prefeito de Aracaju, cumprindo mandato até 1996. Seria nessa gestão de prefeito da capital, que criaria a discórdia, o ódio e até o rancor tudo orquestrado pela Rede Cabaú que não achava interessante dois primos juntos na política local. Durante quase 30 anos os primos de Santa Rosa de Lima estiveram de lados opostos, brigando e fazendo a audiência de vários programas matinais de Rádio, que enxergavam a possibilidade de criar ainda mais a raiz da discórdia familiar. Agora, depois de tantos anos e de existirem tantos encontros e reencontros, Almeida passa uma nuvem nublada e ensolarada com JB, depois que seu genro Breno, afirmou que 70% dos atuais parlamentares da Alese não serão reeleitos, imediatamente JB respondeu dizendo que era um desserviço ao projeto político, já que o mesmo assumiu acordo com o sogro e o governador de não ser candidato a nenhum cargo nas eleições de 2018. Almeida continua calado, não quer defender abertamente o genro, mais nos bastidores concorda com o quê Breno disse, dando sinais claros de tempos ruins na aliança dos primos cajuzeiros, e o possível retorno do apartheid que durou três décadas. ENSAIO Depois de ter a sua imagem maculada por conta do esquema do Lixo na prefeitura de Aracaju, o ex-deputado Mendonça Prado pensa na sua nova jogada. Anunciou de forma franciscana a sua pré-candidatura a câmara dos deputados, isso mesmo, ele será candidato a deputado federal e sem o apoio do casal João e Maria, e caso consiga, será a primeira vez que ganha nas urnas sem o casal maravilha. E tem mais, saíra candidato pelo DEM, partido que hoje é presidido pela sua ex-esposa Ana Alves, com quem conviveu durante longos anos e que sabe como ninguém os seus defeitos e qualidades. Só que nesse balaio todo, tem a pré-candidatura de Ana, que já sai com o apoio forte do Pai, ex-governador e da mãe, atual senadora da república. Se não bastasse todo a desconfiança do eleitorado Aracajuano, por cair na rede da operação da Deotap, que descobriu um forte esquema envolvendo a coleta do lixo na capital, Mendonça Prado quer ser candidato. Na minha singela opinião, não passa de um ensaio para algo menos disputado, até porque depois que deixou seu casamento e pediu divórcio, Mendoncinha perdeu muita simpatia, principalmente daqueles que acompanham os Alves há muito tempo. Dessa forma, pode ser um desastre a sua campanha em 2018. O ex-deputado devia ficar quieto e deixar a onda da vez chegar até ele novamente. CONTO DO VIGÁRIO O prefeito Edvaldo Nogueira não participou de nenhum ato político com o ex-presidente Lula, quando da sua passagem por Sergipe. Não foi nada estranho, até porque o próprio prefeito tinha anteriormente declarado que teria que ser convidado pelo PT, e por suas lideranças locais para assim se fazer presente. Mesmo no ato de Aracaju que foi um dos maiores, o prefeito não compareceu, deixando uma dúvida no ar: Será que Edvaldo está contente com o PT, PMDB e seus aliados? Essa é uma pergunta que com certeza precisa de resposta. Vamos relembrar, depois do falecimento do ex-governador Marcelo Déda, o Edvaldo ficou isolado, esquecido até pelo próprio JB, que no andar da carruagem já tinha articulado o nome de Zezinho Sobral para prefeito de Aracaju. Edvaldo muito esperto, começou a correr por fora para garantir o apoio popular, não conseguiu, até porque o eleitorado aracajuano ainda sentia uma perda enorme do Déda, mais não tinha tanta simpatia pelo Edvaldo. Quando veio as pesquisas, Edvaldo se saiu bem, foi assim que JB o convidou para conversar e de reunião em reunião, foi fechado apoio à candidatura de Edvaldo novamente a prefeitura de Aracaju. Eleito com apoio de uma gama de partidos, tendo como vice Eliane Aquino, Edvaldo hoje tem vários problemas na gestão que ainda não foram resolvidos, promessas que não cumpriu e no semblante paira uma dúvida com relação a 2018. É notório a aproximação de Edvaldo e André Moura, não por mero apoio conjunto de recursos para a capital. Não. Existe mais alguma coisa que possivelmente poderá mudar o rumo de algumas alianças nas próximas eleições. E não achem que Edvaldo é bobo, ele quer continuar no poder, custe o que custar. E se para isso for necessário romper com o governador Jackson Barreto e seus aliados e caminhar junto com André Moura, Amorim e etc ele o fará sem titubear.



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